Osteoporose e a fase pós-menopausa: esse é o assunto do nosso artigo de hoje. A menopausa marca uma fase crítica, e compreender os sinais precoces da osteoporose, os métodos de diagnóstico disponíveis e as estratégias de tratamento é essencial para preservar a densidade óssea e a qualidade de vida. 

Neste guia, exploraremos desde os primeiros sinais até opções eficazes de reversão e tratamento da osteoporose após a menopausa.

 

Aqui, você vai entender mais sobre: 

  • Os primeiros sinais da osteoporose pós-menopausa
  • Diagnóstico e exames específicos
  • Estratégias de tratamento
  • Possibilidade de reversão e cuidados contínuos

Os primeiros sinais da osteoporose pós-menopausa

Os primeiros sinais da osteoporose pós-menopausa, muitas vezes são silenciosos, mas é importante ficar atenta aos sinais do seu corpo: sensação de formigamento nas pernas, dor no quadril e nas costas, diminuição da altura/estatura, são alguns dos sintomas.

Dessa forma, as consequências da perda de densidade óssea afeta diretamente a qualidade de vida e bem-estar da mulher, isso porque os ossos ficam mais frágeis e ocorre mais riscos de quedas e fraturas, geralmente no punho, braço e costelas. 

Um detalhe que devemos relembrar é que a osteoporose em mulheres após a menopausa está relacionada a queda na produção do hormônio estrogênio. Esse hormônio é responsável por várias funções no nosso organismo, especialmente em relação à saúde dos ossos.

Diagnóstico e exames específicos da osteporose pós-menopausa

O diagnóstico pode ser feito a partir da densitometria óssea, um exame de imagem, para detectar precocemente se há risco do desenvolvimento da osteoporose e a tendência à redução da massa óssea. Dessa forma, você consegue minimizar os efeitos da osteoporose. Exames de sangue, para identificar os níveis de cálcio, por exemplo, também podem auxiliar no diagnóstico. 

Para ações preventivas, você pode buscar atendimento médico com o ortopedista ou reumatologista, bem como o endocrinologista para avaliar os níveis hormonais de estrogênio. Faça exames preventivos, principalmente após os 40 anos, para avaliar as possíveis formas de tratamento e minimizar os efeitos da osteoporose. 

Estratégias de tratamento

Para o tratamento, o uso de medicamentos com prescrição médica para fortalecer os ossos, além da suplementação de cálcio e vitamina D, normalmente é a opção inicial para casos de osteoporose. 

No caso da endocrinologia, podemos identificar a reposição hormonal como uma excelente alternativa para reduzir os efeitos da osteoporose. Isso deve ser combinado a hábitos saudáveis como a prática de exercícios físicos e o acompanhamento de um fisioterapeuta para auxiliar nos movimentos. 

Exercícios que exigem força é uma ótima atividade para o fortalecimento dos ossos e redução de fraturas. O indicado é realizar 30 minutos de exercícios diários.  

Possibilidade de reversão e cuidados contínuos

Possibilidade de reversão e cuidados contínuos

O estilo de vida é crucial para a preservação da saúde óssea do paciente, ou seja, hábitos como tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e alimentação com déficit de cálcio e vitamina D, devem ser evitados na sua rotina. 

Portanto, a partir de hábitos saudáveis, como os que citamos acima, para o fortalecimento e equilíbrio, exercícios físicos de força podem retardar a progressão da osteoporose. Vale lembrar que o acompanhamento médico deve ser realizado regularmente, para averiguar o caso e observar o que pode ser melhorado. 

A osteoporose pós-menopausa não precisa ser uma sentença inevitável. Com conhecimento e intervenções adequadas, podemos fortalecer os ossos e preservar a qualidade de vida. Esteja atenta aos sinais, busque avaliações regulares e adote medidas proativas para garantir ossos saudáveis e fortes na fase pós-menopausa.

 

Para mais conteúdos como este, fique atento(a) aos próximos artigos aqui no site e me acompanhe através do Instagram: @verushkatinoco!

 

Sobre o(a) autor(a): Dra. Verushka Tinoco

Médica Endocrinologista há mais de uma década, possui residência em endocrinologia no Rio de Janeiro. Em seguida, se especializou em nutrição clínica (SP), oferecendo aos seus pacientes um atendimento personalizado, humanizado e assertivo.


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